O Coquetel de abertura estará repleto de novidades, pois além de oficializar o evento, apresentando toda a programação, estará homenageando o Grupo Zabriskie Teatro que, no dia 23 de Março, completou 15 anos de carreira.
O Zabriskie é um grupo de teatro que atua em Goiânia desenvolvendo um trabalho de investigação, criação teatral e apresentação de espetáculos. O grupo, que na sua atual composição conta com Alexandre Augusto, Ana Cristina Evangelista, Ciça Ribeiro, Natasha Witkowski e Roberta Rox busca se comunicar (intelectual, poética e ludicamente) com as pessoas através de três caminhos de pesquisa.
O primeiro, fruto de uma curiosidade sobre a Commédia dell’Arte, os levou ao uso da máscara enquanto meio de preparação do ator, criação de personagem e estética do espetáculo, e ao resgate da autonomia do ator como ator/compositor.
Outro, ainda no universo do teatro de máscara, os conduziu a um encontro com o lírico e o ridículo de cada um de deles, com a máscara mínima do clown.
O terceiro caminho visa a alimentar o imaginário e ampliar o repertório dramatúrgico e de imagens para a construção de personagens. Buscando no trabalho de mimeses corpórea, na leitura de textos dramáticos e literários, inspiração para sua própria autoria. Transitando entre as estéticas realista, simbolista, expressionista e surrealista, que nos dão a pluralidade necessária para a nossa expressão.
O Grupo Zabriskie desenvolve o seu trabalho em sua sede – Zabriskie Teatro (situada à rua 148, n.248, St. Marista e que tem contribuído com o panorama cultural, tendo levado à cena dezenas de espetáculos dos mais representativos artistas de Goiás). É no Zabriskie Teatro que o Grupo Zabriskie faz sua investigação e criação teatral, apresenta seus espetáculos, proporcionando o encontro com o público num verdadeiro ritual de troca.
Além das atividades de grupo, oferecem cursos de teatro para crianças, jovens e adultos, nos quais compartilham o conhecimento construído.
Uma adaptação do conto “O dia que Júpiter encontrou Saturno”, que transforma a palavra literária e musical em ação cênica, levando o público a refletir sobre: solidão, busca, encontro, amor, perda, saudade e, finalmente, redescoberta do amor.
Ficha técnica
Coordenadora Artística: Luz Marina de Alcântara
Regente: Vinícius Carneiro
Direção Cênica: Rodrigo Jubé
Preparador Vocal: Edson Marques
Teclado: Thiago Cazarim
Falta: Kamilla Thais
Percussão: Wallace Patriarca e Henry Ribeiro
Arquivista: Valéria Mendes
Soprano: Auriana Motta, Bianca Almeida, Roberta Borges, Sheila Penna, Valéria Mendes
Contralto: Ana rita Oliari, Célia Ricardo, Luz Marina de Alcântara, Tatiane Rodrigues
Tenor: Marcos Guimarães, Rogério Rodrigues, Vanderley Gonçalves
Baixo: Antônio Cardoso, Edson Marques, Getúlio Chartier
O espetaculo Bodas é um movimento de inspiração e expiração baseado na obra do poeta espanhol Federico Garcia Lorca. O texto, Bodas de Sangue, remete a um fato real, quando o poeta leu, em um jornal de província, uma noticia sobre festa de casamento banhada por sangue. Tratava-se da saga de dois homens que amavam a mesma mulher.
Logo que aproximamos da poesia arrebatadora do poeta, nossos sentidos foram comprometidos por uma outra lógica. A sede não era de entendimento linear, mas de vivencia.
Surge então no processo a imagem da linha. Linha que tece, que corta, que baila com o vento como também amarra .
Linha esta que não só amarrou a montagem como perfurou, sangrou e transpassou as personagens da peça.
Personagens que Lorca não identifica com um nome próprio .Elas existem nas suas diversas funções sociais; A MÃE, O FILHO , A VIZINHA, A NOIVA , O NOIVO E O PAI DA NOIVA..O único que recebe um nome é Leonardo, o homem que representa o pulsar da paixão na peça.
Exploramos em Bodas o mundo relacional das personagens. A peça é uma conspiração humana, onde o mundo real e imaginário respiram juntos e se confundem . A condição humana e suas expressões são representadas na montagem através da força das imagens. A linha pulsa compulsivamente no espetaculo, e as imagens denunciam o desconforto da vida frente ao desejo de vida e de morte.
Ficha Técnica
Direção e concepção: Valeria Braga
Atores: Alessandra Macedo, Adriel Diniz, Jaciara Chaves, José Carlos Henrrique, Rodrigo Cunha, Rodrigo Jube, Karine Ramaldes
Participação Especial: Carolina Braga
Cenografia e Figurino: Ricardo Braudes e João Queiroz
Iluminação: Valeria Braga
Produçaõ: Leo Rezende
Donzela Guerreira é a busca de uma tradução poética (do romance de tradição oral que narra a trajetória da donzela que vai à luta), atualizada no tempo, no espaço, nos sons, nas palavras e nos corpos dos atores/bailarinos Alicio Amaral e Juliana Pardo.
A personagem é conhecida e recorrente em muitas culturas e civilizações, não apenas na literatura (dita) oficial (Mu-lan, Electra, Diadorim), mas também na de cordel (Teodora), nos muitos romances de tradição oral (Don Varão, Maria Gomes), na mitologia (Palas Atena, Iansã) e na História (Joana D’Arc, Maria Quitéria, Santa Dica), na música erudita (Il combattimento di Tancredi e Clorinda – Monteverdi).
Através da apresentação de fragmentos (como é comum na transmissão de tradição oral), mais que representar a vida de uma donzela que vai à guerra, o foco do espetáculo está na reflexão sobre o gênero e sobre o amor, numa abordagem ampla e aberta, convidando o espectador a participar ativamente na construção da narrativa, preenchendo as lacunas e criando sua própria interpretação.
Donzela Guerreira é também fruto do intercâmbio de pesquisa entre a Cia. Mundu Rodá e o Grupo LUME, fundindo técnicas de representação e danças dramáticas brasileiras, na busca do rompimento da fronteira entre dança e teatro.
Ficha Técnica
Atuação e Criação: Alício Amaral e Juliana Pardo.
Direção e Criação: Jesser de Souza.
Dramaturgista: Suzi Frankl Sperber
Direção Musical: Ricardo Matsuda.
Texto: Alício Amaral, Juliana Pardo, Suzi Frankl Sperber e Jesser de Souza.
Trilha Sonora: Grupo Anima.
Canção do Primeiro Encontro (off): Antônio Cândido.
Figurinos e Adereços: Mila Reily.
Desenho de Luz: Eduardo Albergaria.
Cenografia: Fabiana Fukui
Cenotécnica: Diego Alberto Vega.
Treinamento em Artes Marciais: Marcelo Goes.
Produção Executiva: Ana Célia Martins e Álvaro Guimarães.
Produção: Cia. Mundu Rodá.
Realização: Cia. Mundu Rodá em parceria com o LUME.
Depois de partir ninguém pode prever o que a estrada lhe reserva. Pelo caminho encontram-se obstáculos, turbulências, mas também se encontra beleza e poesia. Duas presenças se metamorfoseiam em diversos seres invisíveis. Numa atmosfera gélida perdem seu referencial e se lançam no desconhecido e nele reencontram suas memórias, suas identidades.
O espetáculo investiga de forma poética os processos de formação de identidade cultural, inspirando-se em teorias e relatos antropológicos, como os de Victor Turner, Stuart Hall e Carlos Rodrigues Brandão.
Apresenta através de movimentos inspirados em sensações, memórias e na natureza, estados de transformação, de mutação, de metamorfose. Todo o espetáculo concentra-se no estar entre, entre as formas e o conteúdo, entre ser ou não ser alguma coisa.
A parte Hay da trilogia Travessia, subdivida em Jo/ Hay/ Kiu, um conceito japonês de Começo/Meio/Fim, de tempo-ritmo Lento/Médio/Rápido. Esse é o espetáculo do Meio,a segunda parte, o Médio, o Hay. O meio de um percurso repleto de revelações e descobertas.
Ficha Técnica
Atuação e Criação: Nando Rocha e Pablo Angelino
Orientação da Criação Artística e Treinamento Butoh: Tadashi Endo
Assessoria de Criação e Montagem: Paula Beatriz
Colaboração Técnico-Criativa: Léo França e Héctor Soberon
Composição de Trilha Sonora Original: Rebeca Neto
Assessoria em Dança: Edelweiss Vieira
Professor de Pilates: João Bragança
Professor de Canto: Edson Fernandes
Professor de Yôga: Pedro Carrer
Desenho de Luz: Alinne Mendes e Nando Rocha
Operação e montagem de luz: Alinne Mendes
Operação e montagem de som: Ilka Portela
Figurinos e cenotécnica: Jô de Oliveira
Confecção: Maria Eunice Angelino
Identidade Visual: Pepperoni
Produção: Teatro Ritual
Neste solo, a pesquisa da corporalidade parte das memórias e informações encontradas no cotidiano do negro pernambucano, das suas referências histórico-culturais aos seus questionamentos da contemporaneidade.
O tema desenvolvido fala de identidade racial e nacional. Buscando transpor este universo pesquisado no corpo do intérprete em um espetáculo artístico de dança - teatro. Assim, o trabalho está pautado em alguns alicerces relacionados ao tema, tais como:
O que dizer? Localizar o negro com sua identidade, informações e memórias. Mapeando onde são encontradas estas características, como elas estão, para onde elas irão e de que forma dialogam com o mundo..
Como dizer? A partir do corpo deste negro/intérprete. O intérprete-criador não tem a sua disposição outro suporte senão este que o assinala que, sobretudo o localiza como esse sujeito no mundo: seu corpo. Um corpo-história, evolutivo, tomado e transportado pela historicidade através de seu próprio tempo.
Na investigação dramatúrgica é onde se encontra o cruzamento das linguagens artísticas citadas. As informações culturais pesquisadas como, por exemplo: a religião, as danças, os costumes afro-descendentes, vão servindo de elementos de construção dessa cena: o rito, a indumentária, o espaço e a sonoridade. Elementos que estão presentes numa memória coletiva e que aparecerão desconstruídos e/ou reconstruídos na cena.
Para quem dizer? Para toda a sociedade, para o próprio interprete e para os demais envolvidos neste projeto, para estimular descobertas na população a partir deste tema. Criar poéticas, gerar diálogos explorando formas de discursar: narrativa, visual e sensitiva.
Ficha Técnica
Criação, direção e interpretação: Kleber Lourenço.
Co-direção e direção de Arte: Marcondes Lima
Baseado no livro Contos Negreiros de Marcelino Freire
Figurinos: Luciano Pontes
Cenografia: Bruno Vilela
Trilha Sonora Original: Zé Guilherme Allen
Criação e Operação de Luz: Luciana Raposo
Operação de Som: Pedro Vilela
Assessoria de comunicação: Christiane Galdino
Produção Executiva: Daniela Azevedo e Kleber Lourenço
Designer Gráfico: Fernando Silva
"O Marinheiro" é um poema dramático de Fernando Pessoa para três atrizes. A história é um velório durante o qual três veladoras, diante da inevitabilidade da morte, transitam entre o universo do real e do sonho, do belo e do falso, do passado e do presente. O texto é de 1913 e tem características essencialmente simbolistas. A montagem do Grupo Zabriskie procurou mergulhar no simbolismo sem contudo deixar de construir um diálogo entre o real e o onírico e de colocar as suas inquietações diante do mundo real em que vivemos.
Ficha Técnica
Elenco: Ana Cristina Evangelista, Ciça Ribeiro, Natasha Witkowski
Direção colaborativa: Alexandre Augusto e Ana Cristina Evangelista
Texto: Fernando Pessoa
Estudo de texto: Albertina Vicentini
Cenografia: Edith Lotufo
Preparação Vocal: Maria Angélica Pantarottto
Sonoplastia: Eduardo Castro
Programação visual: Pepperoni Estúdio de Design
Este espetáculo busca um resgate do tempo de infância dos clowns Juca Mole e Ana Banana através de suas coleções.
Numa certa manhã eles recebem o público em sua casa e em meio às suas tarefas e arrumações se encontram com suas caixas de coleções de certezas, dúvidas, lembranças, cheiros, brinquedos e medos.
A abertura das caixas os transporta para um passado que se transforma em presente – aqui e agora – na relação entre si e deles com a platéia.
Em cada caixa há um segredo que ao ser revelado suscita delicadas emoções e provoca ações lúdicas.
Ao final, numa grande viagem imaginária, eles descobrem que nem todos os segredos podem ser compartilhados. “Há coisas que são muito queridas e que não devem ser divididas” e que fazem parte de uma coleção muito particular: Segredos.
Ficha Técnica
Texto, figurino e direção: Ana Cristina Evangelista e Alexandre Augusto
Cenário: Edith Lotufo
Fotografias: Paulo Rezende
Sonoplastia: Romildo Villa Verde
Produção: Zabriskie teatro
Circo, Magia e Estripulias oferece ao público oportunidade de entrar em contato de maneira brincante com o mundo mágico do circo e, desta forma, absorver o máximo de informações possível para que possa divertir-se, além de contribuir para sua mudança de hábitos e comportamentos, valorizando cada vez mais a nossa cultura. Embalado por antigas loas dos circos tradicionais, o apresentador e palhaço Maneco Maracá, fundador do Circo Lahetô, conduz as brincadeiras resgatadas do nosso folclore e cultura popular, fazendo com que a platéia participe do espetáculo. Perna-de-pau, malabares, mágica, diabolô e acrobacia, incluindo tecido acrobático, são alguns dos números apresentados ao longo do espetáculo permeado pelas estripulias dos palhaços Palito, Lingüiça e Quebra-pedra.
Ficha Técnica
Produção geral: Circo Lahetô
Direção: Maneco Maracá
Assistentes de direção: Seluta Rodrigues e Manoel Alves de Jesus
Sonoplastia: Eresmilton Francisco Rodrigues
Figurino: Rita Cristina
Adereços: Renato da Silva e Rafael Correia
Elenco:
Maneco Maracá: Diretor circense, ator e palhaço
Maurício da Silva: Palhaço, perna de pau, diabolista e arte-educador
Fábio Nunes: malabarista, palhaço, diabolista, diabletista e arte-educador
Eresmiltom Francisco Rodrigues: malabarista, diabolista, palhaço e arte-educador
Renato da Silva: palhaço, perna de pau, diabolista e arte-educador
Rafael Correia: palhaço, perna de pau, diabolista e arte-educador
Marcus Vinicius Correa: palhaço, monociclista, perna de pau e diabolista
Durval Jose Martins: coreógrafo
O majestoso Circo do Sol, com todas as suas atrações fenomenais, aceitou prazerosamente o convite para se apresentar nesta cidade até que recebe outra proposta muito mais lucrativa e decide cancelar, de última hora, a apresentação do espetáculo.
Zabobrim, o palhaço, vem até vocês para tentar apresentar sozinho o grande espetáculo com números de equilíbrio de pratos, macacos em monociclo, hipnose, mágica, acrobacia, música e muito mais!!!
Muitas são as confusões e atrapalhações deste palhaço durante o esforço imensurável de realizar sozinho o espetáculo de uma companhia inteira.
Ficha Técnica
Concepção, Criação e Direção: Esio Magalhães / Palhaço Zabobrim
Produção: Barracão Teatro
Fulano&Sicrano traz para o teatro adulto o humor e a linguagem dos Quadrinhos e da Animação. Pega o espectador de surpresa, colocando no palco o humor inusitado que é retirado das situações mais banais. Cenas escolhidas do cotidiano e impregnadas de uma linguagem particular, mesclando situações cômicas, gromelô, mímica e a imperdível 'pantomima literária'(narração simultânea a ação em mímica). Os atores se revezam em diferentes fulanos e sicranos imprimindo na cena a característica mais forte do ETC E TAL, a precisão da linguagem gestual em sintonia com a comédia popular.
O espetáculo é dividido em três grandes quadros.A TRAGÉDIA DE ELIZABETH MARIA, mostra um dia atribulado na vida de uma mulher comum, apresentamos a “Pantomima Literária” (narração simultânea a ação). O DENTISTA, os sofrimentos de uma consulta médica ganham uma versão muito bem-humorada. Em ação, os personagens se comunicam pelo 'abahu' - gromelô (sons que só ganham significado pela entonação) linguagem utilizada pelo próprio grupo. VALSA SUBMARINA, O terceiro e último quadro traz cenas de perseguição, por elevadores e escadas rolantes até um apoteótico encontro na água. Ao som de O Danúbio Azul, os personagens recriam uma coreografia de nado sincronizado, incorporando, pouco a pouco, elementos absurdos.
Ficha Técnica
Criação e Produção: Centro Teatral e Etc e Tal
Atuação: Marcio Moura e Alvaro Assad
Direção e Preparação Mímica: Alvaro Assad
Assistência de Direção: Melissa Teles-Lôbo
Figurinos e Adereços: Fernanda Sabino
Desenho de Luz: Aurélio Oliosi
Fotografias: Ricardo Gabriel
O Cano é um espetáculo cômico, familiar, que encanta tanto o público adulto como o infantil.
O espetáculo é inspirado no número tradicional circense “Excêntricos Musicais”. Brinca com a relação entre a música, feita de maneira não convencional com instrumentos musicais alternativos, e o clown, aquele ser cômico poético que diverte e surpreende.
São três palhaços que vivem situações absurdas e inusitadas. O espetáculo se desenvolve em uma metamorfose mágica, utilizando um repertório musical que vai do jazz a MPB, e técnicas circenses como malabares, fogo, acrobacias e palhaçadas.
Do silêncio surge o ruído, e do ruído a música. Do caos surge a comicidade e da comicidade a poesia.
Ficha Técnica:
Diretora: Leo Sykes
Atores: Luciano Porto, Marcelo Beré, Márcio Vieira
Cenários: Luciano Porto, Márcio Vieira
Instrumentos: Márcio Vieira
Desenho de Luz: Dalton Camargos
Operação de Luz e Apoio Técnico: Marcelo Augusto
O Cano é uma criação coletiva a partir de idéia original de Luciano Porto
Em um mundo cheio de contrariedades, inocência, aridez, conformismo e rebeldia este palhaço é um verdadeiro vingador dos adultos. Não é tonto, nem ingênuo, nem fácil de digerir.
Os malabares, a magia, os equilíbrios e a globologia são a desculpa, Deus, a política, a morte,as drogas, o poder, a falsa modéstia, o amor, os ideais e o conformismo são a razão para fugir.
Sua missão neste mundo é despertar almas desprevenidas.
Cuidado,um Palhaço mal pode arruinar sua vida,é um espetáculo que emociona, transforma e arde,cheio de risos, sorrisos e gargalhadas, mostra a um palhaço autentico, rompendo com todos os códigos tradicionais dos clowns, em sua luta por entreter sem estupidalizar e sobreviver no entanto.
Num ambiente descontraído de Café Teatro poesias encenadas são apresentadas por duas apresentadoras louquíssimas!. Nas mesas serão servidos comes e bebes no palco muita poesia! Show e discotecagem também estão no menu! Um cabaré artístico onde vale tudo! Vale o que vier, vale o que quiser, vale até dançar com quem quiser! As poesias encenadas apresentadas serão julgadas pelo publico e por um júri que premiará os melhores da noite!
Apresentação: Renata Caetano e Juliana Hernandez
Num ambiente descontraído de Café Teatro cenas curtas e performances são apresentadas por dois divertidíssimos palhaços: Ana Banana e Juca Mole. Nas mesas serão servidos comes e bebes no palco muita palhaçada! Show e discotecagem também estão no menu! Um cabaré artístico onde vale tudo! Vale o que vier, vale o que quiser, vale até dançar com quem quiser! As cenas curtas apresentadas serão julgadas pelo publico e por um júri que premiará os melhores da noite!
Apresentação: Ana Banana e Juca Mole do Zabriskie Teatro
Design: Pepperoni.com.br